Um levantamento recente apontou que as áreas do Direito que devem concentrar a maior demanda nos próximos anos envolvem tecnologia, dados e regulação, confirmando a tendência do mercado corporativo.
IA, tecnologia e dados: a área que mais vai crescer
Proteção e privacidade de dados, tecnologia e inovação foram áreas citadas por 42% dos executivos consultados e lideram o ranking. Isso se deve ao constante avanço tecnológico e a intensificação das relações comerciais.
Apesar disso, especialistas do setor apontam que empresas com governança de inteligência artificial já estruturada ainda são minoria. A tendência é que essa exigência cresça à medida que a regulação avance e que quem não se antecipar à medida enfrente maior exposição a risco.
O Direito Digital aparece em segundo lugar, com 38%. Temas como o Marco Legal da IA, a LGPD, a regulação de cibersegurança e a recente reinterpretação do artigo 19 do Marco Civil pelo Supremo elevaram a complexidade jurídica do ambiente digital.
O que essas tendências revelam
O ponto em comum entre as três áreas de maior demanda não é o tema jurídico em si, mas sim o nível de instabilidade e volume de dados que cada uma exige monitorar. Departamentos jurídicos que ainda operam de forma reativa terão dificuldade crescente em acompanhar esse ritmo apenas com força de trabalho humana.
É exatamente nesse cenário que a inteligência artificial jurídica se torna relevante como parceira estratégica. Monitorar mudança regulatória, antecipar tendência de jurisprudência e classificar risco em escala são tarefas que a IA jurídica já executa hoje, liberando o time jurídico para decisões de alto valor.
A Alfaneo aplica a previsibilidade jurídica exatamente onde o cenário regulatório muda mais rápido, reduzindo custo operacional e antecipando risco antes que ele vire passivo.