Dados são públicos. Estão nos sistemas dos tribunais, nas decisões publicadas, nos acórdãos disponíveis para consulta. O que eles revelam, quando lidos em volume e com inteligência, vai muito além do senso comum jurídico.
Varas do mesmo tribunal, na mesma cidade, julgando o mesmo tipo de ação podem ter taxas de procedência diferentes não por arbitrariedade, mas por perfil decisório consistente, por interpretação consolidada de determinado entendimento, por padrão de exigência probatória que aquele juízo adotou ao longo do tempo. Tudo isso está nos dados esperando ser lido. E uma boa inteligência artificial treinada sabe como fazer essa leitura.
O que separa o jurídico que usa dados do que não usa
O advogado experiente acumula conhecimento ao longo de anos e carrega na memória. A taxa de êxito por vara sistematizada em dados fica na operação, cresce a cada processo encerrado e fica mais precisa a cada decisão registrada. É a diferença entre know-how individual e inteligência institucional.
Uma empresa que conhece a taxa de êxito das suas varas não é surpreendida pela condenação do trimestre. Ela já sabia, meses antes, que aquele grupo de processos naquelas jurisdições tinha probabilidade elevada de procedência. Já havia provisionado com precisão. Já havia avaliado quais contestar e quais encaminhar para acordo com o valor correto, no momento certo. A surpresa no balanço é sempre sintoma de ausência de dados, nunca de má sorte jurídica.
Mapa comportamental
A Alfaneo mapeia o comportamento judicial por vara, por magistrado e por tipo de ação. Esse mapa é entregue como relatório a ser integrado na gestão do seu jurídico. A taxa de êxito por vara não é curiosidade estatística, é o dado que faltava no seu relatório. Fale com a Alfaneo e descubra o padrão decisório das varas onde seus processos tramitam.